Extensionistas da Emater orientam agricultor familiar em plantio e criação de peixes

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Atendendo solicitação do agricultor familiar Antônio Francisco de Oliveira, do Sítio Patu, no município de São José dos Ramos, no Agreste paraibano, um grupo de técnicos da Emater visitou a sua unidade familiar para prestar assistência no cultivo de batata-doce e maracujá e orientá-lo na instalação de tanques para a criação de peixes.

Os assessores Hermano Araújo, Pedro Paulo, José Marinho e Elton Cunha, do Núcleo de Agroecologia, e contando com a participação dos extensionistas Antônio Jocemar e Maria Josinete Coutinho de Medeiros Santos, do escritório regional da Emater em Itabaiana, mostraram soluções para os problemas que o seu Antônio vinha enfrentando no plantio de batata-doce. Os técnicos também mostram o manejo correto para cultivo de maracujá, outra atividade que se constitui num fonte de renda para o agricultor.

Para plantar batata-doce, o agricultor foi orientado a fazer análise da água utilizada na irrigação e da terra, tudo com o acompanhamento dos extensionistas da Emater, empresa integrante da Gestão Unificada, vinculada à Sedap.
Trabalhando com diversas culturas, Antônio Francisco decidiu também agregar às atividades no sítio a criação de peixe. Mesmo já tendo iniciado a preparação do tanque, solicitou a colaboração da Emater para orientação e acompanhamento de sua instalação. Inicialmente ele pretende trabalhar com apenas um tanque, com capacidade para 3 mil peixes dentro dos padrões exigidos.

Tarifa Verde – Antônio Francisco também foi orientado sobre como ter acesso ao benefício da Tarifa Verde, da Energisa, que concede tarifa de energia elétrica em condições especiais para a agricultura familiar. Os técnicos mostram ainda como o agricultor deve elaborar o Cadastro Ambiental Rural (CAR), licenciamento para a construção de obras hídricas e ambiental e a outorga para o uso da água destinada a criação de peixes.
No sítio, Antônio Francisco trabalha com grande diversidade de culturas, como coco, laranja, macaxeira, maracujá e, principalmente, a batata-doce.

Usa água de um poço artesiano com 50 metros de profundidade para a irrigação por microaspersão. A comercialização é feita na própria residência e uma parte é vendida em um mercadinho de seu filho, em Cajá.

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